
Entre rock, documentários de história e teorias de conspiração, gosto de questionar, perceber e olhar para as coisas de diferentes perspetivas.
O livro Greenlights, do Matthew McConaughey, marcou-me exatamente por isso — por nos lembrar que nem todos os momentos são para avançar: às vezes é preciso saber esperar, parar e ganhar clareza. É uma forma de estar que levo comigo no dia-a-dia.
O treino entra naturalmente nesse equilíbrio. É onde canalizo a minha energia e onde procuro ajudar os outros a sentirem-se melhor consigo próprios.
Nas sessões BHOUT, gosto de criar um ambiente divertido e, ao mesmo tempo, desafiante, onde cada BHOUTer se supera, mas também sai com um sorriso e vontade de voltar.


Nascido e criado em Lisboa.
Joguei futebol profissional e troquei os remates e as botas por luvas e sacos de boxe.
Sou um dos primeiros treinadores do BHOUT. Quando conheci este projeto, dediquei-me de corpo e alma desde o primeiro dia e tornei-me no primeiro Club Manager da história do BHOUT!
Sempre alegre e pronto para contar uma piada na aula. A vida sem humor é monótona!
É por isso que dizem que sou o Rei do carnaval! Tenho sempre muitas surpresas preparadas e a mulher dentro de mim nunca fica escondida nesses momentos (ahah!).
Poder secreto: Em exercícios que exigem equilíbrio dos Bhouters, sou especialista em criar vento.
O que me move: A minha família dá-me força para tudo, todos os dias!


Como atleta de boxe, grande parte da minha vida gira à volta da modalidade — é aí que encontro foco, disciplina e um sentido de evolução.
Nos meus tempos livres, gosto de passar tempo com a minha família e amigos, ver filmes de ação e documentários desportivos, e ouvir música (sou um grande fã do Michael Jackson).
Os meus dias começam cedo — acordo todos os dias às 05h30 — e é também nesse momento que reforço uma das ideias em que mais acredito: aquilo que pensamos é aquilo que atraímos, uma perspetiva que ganhei ao ler o livro Manifest.
O meu destino de sonho é o Japão, pela cultura, atenção ao detalhe, respeito e organização — valores com os quais me identifico.
Se tivesse de nomear um superpoder, seria, sem dúvida, a minha capacidade de aprender coisas novas.


A resiliência é, para mim, um verdadeiro superpoder — a capacidade de me adaptar e seguir em frente, independentemente do desafio.
Essa forma de estar reflete-se na forma como vejo o mundo e me relaciono com os outros.
A atenção ao detalhe e a empatia ajudam-me a ouvir, perceber e ajustar às necessidades de cada pessoa.
Motiva-me poder fazer a diferença e contribuir para que cada um chegue mais longe no seu percurso, sentindo-se melhor consigo próprio.
Fora da rotina, gosto de coisas que me ajudam a desligar: jogar snooker, rever sagas como James Bond ou Star Wars, ouvir rock e punk e partilhar bons momentos à mesa — se puder escolher, que seja com um bom Bacalhau à Brás.
