
Entre rock, documentários de história e teorias de conspiração, gosto de questionar, perceber e olhar para as coisas de diferentes perspetivas.
O livro Greenlights, do Matthew McConaughey, marcou-me exatamente por isso — por nos lembrar que nem todos os momentos são para avançar: às vezes é preciso saber esperar, parar e ganhar clareza. É uma forma de estar que levo comigo no dia-a-dia.
O treino entra naturalmente nesse equilíbrio. É onde canalizo a minha energia e onde procuro ajudar os outros a sentirem-se melhor consigo próprios.
Nas sessões BHOUT, gosto de criar um ambiente divertido e, ao mesmo tempo, desafiante, onde cada BHOUTer se supera, mas também sai com um sorriso e vontade de voltar.


Entre sudoku, jogos de tabuleiro e afro house, gosto de manter a mente e o corpo sempre em movimento.
O que tenho de competitiva, tenho de brincalhona (mas não gosto mesmo de perder, nem a feijões).
Sou do Sporting (mesmo a sério — até tenho uma tatuagem), fã assumida de bacalhau com natas e só como cozido à portuguesa se for o da minha avó.
Ouço de tudo, do fado ao techno — se me faz querer cantar e dançar, já ganhou.
Nos tempos livres, adoro viagens de carro, sair e dançar com as minhas amigas e não perco uma oportunidade de ir ver o meu grande Sporting.


Aos 43 anos, e depois dos tempos como sargento da Marinha, não há disciplina militar suficiente que me afaste do ginásio — treino todos os dias, faça chuva ou faça sol.
Mas nem só de flexões se faz a vida.
Nas folgas, troco o treino pelo comando da TV, transformo o sofá em quartel-general e faço verdadeiras maratonas… de séries na Netflix. Afinal, até um “comandante do fitness” merece um descanso digno de série.
Sou fã assumido de música eletrónica e gosto de equilibrar intensidade com diversão: tanto posso estar a navegar com ondas de 12 metros como a passear pela Disneyland.


Sou da Venezuela, um país com algumas das praias mais bonitas do mundo. Tenho também raízes madeirenses — uma ilha de paisagens mágicas — e foi em 2017 que fiz de Portugal o meu lar.
Gosto de colecionar histórias e momentos, juntar as pessoas de quem mais gosto e cuidar de quem me rodeia.
Aprender faz parte de mim, e procuro todos os dias novas formas de aproveitar a vida.
A minha gata Luna lembra-me que o amor e a leveza estão, muitas vezes, nas coisas mais simples. Vivo com gratidão, valorizando o que é verdadeiro e os pequenos prazeres — como o chocolate, que continua a ser a minha perdição.


Como atleta de boxe, grande parte da minha vida gira à volta da modalidade — é aí que encontro foco, disciplina e um sentido de evolução.
Nos meus tempos livres, gosto de passar tempo com a minha família e amigos, ver filmes de ação e documentários desportivos, e ouvir música (sou um grande fã do Michael Jackson).
Os meus dias começam cedo — acordo todos os dias às 05h30 — e é também nesse momento que reforço uma das ideias em que mais acredito: aquilo que pensamos é aquilo que atraímos, uma perspetiva que ganhei ao ler o livro Manifest.
O meu destino de sonho é o Japão, pela cultura, atenção ao detalhe, respeito e organização — valores com os quais me identifico.
Se tivesse de nomear um superpoder, seria, sem dúvida, a minha capacidade de aprender coisas novas.


Resiliente; mas um pouco cabeça de vento! O sorriso é o meu melhor aliado!
Licenciada em comunicação institucional, o resultado da minha prática levou-me a querer mais, tendo assim tirado a formação de Técnico Especialista em Exercício Físico. Conheci o BHOUT através de um story de um amigo, e a minha primeira experiência no clube foi como Bhouter, através do Try Us. Foi paixão ao primeiro golpe!
Adoro cuidar das minhas plantas 🌱
Música: não tenho género que goste mais, mas adoro ouvir a música que melhor encaixa em cada “mood”.
Secret power - uma boa gargalhada... E comer!
O que me move na vida: nada como a energia de um bom treino; e as coisas mais comuns mas que são essenciais: estar com a minha família e amigos; viajar.


Africano de coração, músico por vocação e coach porque me vem das entranhas.
Entre o boxe e a música, encontro a minha forma de estar: no ritmo, na energia e na ligação que crio com os outros.
Tenho um lado sensível que não escondo: o filme Romeu e Julieta, de Baz Luhrmann, continua a ser um dos meus preferidos, enquanto o livro Legado – 15 Lições de Liderança me acompanha nas noites mais calmas.
No dia-a-dia, são as coisas simples que mais me tocam: o estufado de legumes da Jane, caminhadas em família e tempo com os meus.
Para uns, Tarzan; para outros, Aviador. Eu prefiro pensar que é essa mistura, tão autêntica, que me define — sempre à procura de sentir mais e melhor, sem nunca perder quem sou.


A resiliência é, para mim, um verdadeiro superpoder — a capacidade de me adaptar e seguir em frente, independentemente do desafio.
Essa forma de estar reflete-se na forma como vejo o mundo e me relaciono com os outros.
A atenção ao detalhe e a empatia ajudam-me a ouvir, perceber e ajustar às necessidades de cada pessoa.
Motiva-me poder fazer a diferença e contribuir para que cada um chegue mais longe no seu percurso, sentindo-se melhor consigo próprio.
Fora da rotina, gosto de coisas que me ajudam a desligar: jogar snooker, rever sagas como James Bond ou Star Wars, ouvir rock e punk e partilhar bons momentos à mesa — se puder escolher, que seja com um bom Bacalhau à Brás.
